(ou algo parecido):

Caros bloguistas e afins, como seguimento à publicação anterior, é meu dever informar que me encontro bastante desiludido e triste até.
Após um senhor com idade de ser meu pai (ou mesmo avô!) ter decidido informar que me deixaria de visitar devido a escolhas clubísticas divergentes (aqui!), pus-me a pensar:

É escumalha!
Pode até parecer mal da minha parte, mas nunca pedi a ninguém que me visitasse. Nunca obriguei ninguém a passar por cá e acho-o completamente desnecessário. Claro que agradeço, fico feliz. Mas se mais alguém se sentir obrigado:
Terminando e esclarecendo, isto que aqui vêem é fruto de um rapaz adolescente que decidiu arrumar o seu pensamento, as suas taras e manias, os seus gostos e vicissitudes.
O meu blog não é senão um armário virtual onde me escondo da realidade. Só ou acompanhado, só rezo não encontrar nenhum rato! Até porque nunca vi sapos a darem-se bem com ratos. Embora o contrário também não seja mentira.
Enfim...
Respeitosamente,
Otário.
Cheguei a casa cansado, almocei e liguei o PC para averiguar se possuía algum tipo de mensagem escrita nas minhas caixas de correio. E eis que, infelizmente, me deparo com a mensagem em cima, de um dos meus assíduos visitantes (segundo a informação), Né. Com todo o respeito, caso me responda novamente, Né, pouco ou nada tenho mais a acrescentar. Dediquei-me ao trabalho de o responder, ainda que pensando que tal não seria necessário para alguém com a sua mentalidade:
'caro Né, recebi o seu comentário e, a verdade, é que fiquei um pouco desiludido. Na minha modesta opinião, não sinto que esse seu motivo seja suficiente para me abandonar. Inicialmente, pensei ser uma brincadeira (quanto mais me informou da sua idade). Já agora, não tendo nada a haver com o caso, o meu blog é a minha vida (ou parte dela) e, assim, nele incluo todos os meus gostos e aptidões possíveis. Já agora, só a título de curiosidade, sempre nutri um amor incondicional pelos dragões (clube de eleição até aos meus 7/8 anos), embora seja mais agarrado, na fase adulta, à malta benfiquista.
Respeitosamente, despeço-me, e espero a sua mudança de pensamento.'
Espero que repense e mude a sua opinião que, com todo o devido respeito (novamente), já tem idade suficiente para isso.
A mulher chega em casa e encontra o esposo, na cama, com outra, 25 anos, bonita, com tudo no sítio, bronzeada, cheia de amor para dar...
Arma o maior escabeche, mas o marido interrompe-a:
Antes deverias ouvir como tudo isto aconteceu... Encontrei esta jovem na rua, maltrapilha, cansada e esfomeada. Então, com pena do estado dela, trouxe-a para casa. Servi-lhe o jantar que tu não comeste no dia anterior com a mania das dietas, guardei o jantar no frigorífico, lembras-te?
Ela estava descalça, então dei-lhe aquele par de sapatos que, como foi a minha mãe que te deu, nunca usaste. Ela estava com sede e eu servi-lhe aquele vinho que estava guardado...para aquele sábado que prometeste mas que nunca chega... pois, dói-te a cabeça, estás cansada e tens muito que fazer.
As calças estavam rasgadas, dei-lhe aquele par de jeans quase novo...que ainda estava em perfeito estado, mas não te servia.
Como ela estava suja, aconselhei-a a tomar um banho.... no final, dei-lhe aquela perfume francês novinho que nunca usaste porque não era a tua marca favorita.
Então quando já estava saciada perguntou:
-Senhor, não tem mais nada que a sua esposa não use?
Nem respondi!!!!!!!.............Dei logo!!!
Caros escritores, caros músicos, caros jornalistas e reporteres, caros advogados, caros futuros 'alguéns', sugiro pessoalmente que, ao escrever ou publicar qualquer artigo, não esquecer de colocar a respectiva data em que tal é elaborado. Uma data pode lembrar um momento.- O Tempo é hoje!
E, hoje, sento-me aqui sozinho,
com um lugar à brisa do ar,
e digo num tom tão baixinho:
'é teu, se decideres voltar' '
by Otário

Era uma vez uma menina que ficou no meu coração,
entrando no cc sozinha,
e regateando com o João.
Hoje, sai daqui uma mulher,
uma senhora que, num bom canal,
se mostrou e fez crescer
na grande sic radical.
Adeus, ó JOana Dias,
boa sorte para o futuro,
que nos dês mais alegrias
no início de um novo rumo.
by: Otário

- A razão dos chineses existirem no mundo num número tão elevado é: 'apareceram primeiro'.
- A razão dos chineses terem aparecido primeiro no mundo é: 'através de relações alienistas'.
Mais um episódio curioso na já muito falada sociedade chinesa que é, aqui, alvo de críticas de alguns historiedores de aliens por, supostamente, esconderem a sua verdadeira identidade/origem.
Texto verídico de um gajo que não queria ir à tropa:ExmoSr. Ministro da Defesa, Venho deste modo explicar-lhe uma situação delicada que tem vindo a Ocorrer, de maneira a poder obter um eventual apoio vindo de VossaExa; Tenho 24 anos, e fui esta semana chamado para ir à tropa. Sou casado com uma viúva de 44 anos, mãe de uma jovem de 25 anos, da qual sou ~ _padr-asto O.Lme.Y...Wlis,~-1u:l?ao4r.o,~!t..sou:g~~ es~ajovemem questão. Neste momento, o meu pai passou a ser o meu genro, uma vez que se casou com a minha filha. Deste modo, a minha filha, ou chamemos-lhe, enteada, passou a ser a minha madrasta, uma vez que é casada com o meu pai A minha esposa e eu tivemos, no mês passado, um filho. Esse filho tomou-se o irmão da mulher do meu pai, portanto o cunhado do meu pai. O que faz com que seja o meu tio, uma vez que é o irmão da minha madrasta. O meu filho é, portanto, o meu tio... A mulher do meu pai teve no Natal um rapaz, que é ao mesmo tempo o meu irmão, uma vez que ele é filho do meu pai, mas o meu neto por ser o filho da minha enteada, filha da minha esposa. - Desta maneira sou o irmão do meu neto! !... E como o marido da mãe de;uma pessoa é o pai da mesma, verifiquei que sou o pai da minha esposa, e o irmão do meu filho. Resumindo: sou o meu avô!!! Deste modo, Sr Ministro, peço-lhe que estude pacientemente o meu Caso, porque a lei não permite que o pai, o filho, e o neto sejam chamados à tropa na mesma altura.Agradecendo antecipadamente a sua atenção, mando-lhe os meu melhores cumprimentos.
Era o intervalo para o 3ª aula da manhã e eu, com pouca vontade devido ao barulho exterior, dirigi-me à sala de aula mesmo antes da campainha soar. Ao chegar, deparo-me com um aluno sentado num dos bancos, a chorar, agarrado ao telemóvel. Baixo-me nas escadas e, por um momento, sinto pena e chego a pensar reconfortá-lo, perguntando se estaria bem ou se precisava de algo. E é aí em que olho a sua face, outrora coberta pelo seu meio cabelo longo, e questiono: 'Epá... isto é uma gaja ou um gajo?'. E fiquei na dúvida. Como iria estabelecer diálogo assim? Das 2/1:Então, a campainha explodiu e fui à minha vidinha.

