Ó tu que andas pá'i a snifar ar!







Isto é que vai para aqui uma crise... então não é que se chegou ao ponto de se assaltar o carro a Paris Hilton? Nada de outro mundo, confiando no Conan Obrien, foram deixados muitos vestígios de ADN.

O que me preocupa é o seguinte: havemos de chegar a um ponto de nos encontrarmos de tal maneira endividados que teremos de respirar a prestações. Desde já deixo aqui um sério aviso - NINGUÉM SE APROXIMA DO MEU AR!!!
Se falecer a meio da noite nada de me acordar de manhã.

Não querendo ser ave de mau agoiro, mas não tenho meios, de momento, para adquirir ar do estrangeiro. A vida está cara para toda a gente. Principalmente para os vivos. Os mortos, lá por serem mortos, não deixam de ser gente.

Vive-se numa crise tamanha que, ainda ontem, tive de ir à janela roubar ar aos passarinhos. Felizmente, ninguém me apanhou e não apareci nos noticiários da TVI. Só espero não surgir no 24H de amanhã.





Obama a preto e branco







20/01/2009 ficará marcado na história como o primeiro dia em que um negro dormiu na Casa Branca. E só por ser um negro, que se veste de negro, já é uma vantagem para si, de modo que se torna escusado gastar dinheiro em Xau ou Tide em nódoas que não se notam. É um óptimo começo no recuo da crise. Outro factor positivo é a desnecessidade de espelhos. Basta ter a Casa bem limpa que cria reflexo devido ao contraste de cor.

O que se torna estranho é que Obama nem sempre parece ser negro. Uns dias nota-se uma brancura mais acentuada, outros nem por isso, talvez por eu ter duas Tv's em casa que mostrem imagens com tonalidade de cor diferentes. De qualquer modo, talvez o senhor Obama acorde, ora umas vezes branco, oura outras vezes negro e a Tv não tenha culpa.


É bom, pois não perde de vista a mulher e as filhas. É chato se pretender jogar às escondidas.

ps: favor de votar aqui! no Flávio para o Festival da Canção.
Chovendo água molhada
(o coveiro do país)

Não detesto a chuva. Somente não gosto dela. E por uma simples razão: ela é molhada. De resto, não me estorva. Aliás, com a crise em que vivemos, é levar sabão e champô e poupar água em casa. Há que aproveitar. E esperar o Verão para secar o corpo. Nada de gastar energia a lavar ou secar toalhas.

Fico triste pelos meteorologistas. Num país de greve, devem ser os únicos sem direito a tê-la. Não concordarem com que chova não é motivo suficiente. Não se pode fazer nada quanto a isso.
E os coveiros também. As pessoas não podem deixar de falecer. E ser coveiro é penoso. Quanto mais agora que a Srª Ferreira Leite anunciou que o Sócrates é o 'coveiro da Pátria'. É vê-lo a roubar-lhes o ganha-pão. Já não basta o buraco que a TVI cava sempre que um jornalista abre a boca.


A vida está difícil. Tomara ainda termos uma crise mediana e uma boa greve com que nos sustentarmos.

Eu já tive com isso na mão...
(A teoria do Pipi e da Pilinha)


Esta publicação é dedicada à classe mais jovem.
Se és novato, já deves ter reparado que tens uma 'coisa' no meio das pernas. Não, não é o joelho. É mesmo entre as duas pernas, por baixo da tua cintura. Aí mesmo! Que 'coisa' mais estranha, não é?
Possivelmente saberás que serve para fazer xixi, mas não sabes ao certo do que se trata. Cá o Otário explica: essa 'coisa' é o teu órgão reprodutor. Serve para fazer muitas coisas: xixi, bébé, arroz doce. No caso dos bébés é muito fácil; a cegonha vem de Paris, deixa um cesto com uma criança perto do teu órgão e já está. Quanto ao arroz doce, ainda não tens idade para saber pormenores.

O que/quem criou o Homem não esperava o avanço tecnológico que se regista nos nossos dias. O que realmente poderia ter uma grande utilidade, não tem. Imaginemos o dinheiro que se pouparia se, ao envez de se comprar uma varinha mágica, se adquirissem apenas as varetas. E que as varetas, ao serem introduzidas num determinado espaço, posicionado no local onde se encontra o orgão reprodutor, funcionassem correctamente. O dinheiro que o Homem pouparia ao ser multi-usos e se servir de tais funções. No caso da mulher seria totalmente simples, teria um fecho éclair em cada extremidade, ao ponto de, ao fechar ambos, surgir apenas espaço a colocar a vareta. Nos homens, digamos que o seu material se desenrosca-se e enrosca-se de seguida, no final da utilização da vareta.
E oraganizava-se um belo manjar. A metade do preço.

O Inspector Gadget lá tem as suas vantagens.

Aquela coisa que se prende ao cabelo e não se chama tótó!
(Quem é a Maria e o que faz o Manel na cozinha?)


Se não está em lado nenhum, tem de estar em algum lado.
Se não estiver em lado nenhum, das 2/1: ou estás a tentar dar-me cabo do juízo ou não procuras-te bem. Porque uma coisa é certa: a mola anda por aí.


Os cartoons americanos transmitem uma mensagem muito simples: o lugar da mulher é na cozinha. O lugar do homem é onde ele bem entender. Porque ele é que sabe. Se a mulher, em alguma ocasião, não se encontrar na cozinha, foi certamente porque o homem lhe pediu que fosse a qualquer outro lugar. Porque ele é que manda. Se a mulher tiver colocado as revistas cor-de-rosa de lado e começado a ler um romance ou uma revista especializada em determinada área cultural fá-lo, claro está, porque o homem necessita que ela lhe transmita tais informações, já que ele se encontra demasiado fatigado. Porque ele é que trabalha. Agora, se o homem estiver na cozinha, e não noutro lugar, a ler revistas cor-de-rosa, quase de certeza que estará esperando o almoço ou jantar que a mulher, possivelmente, está fazendo. Porque o homem é que sabe como se faz. Se a mulher colocar o cônjuge na cozinha, manda-lo ler os romances para ela quando, descontraidamente, se senta na poltrona a ver a novela e esperando o almoço, certamente será lésbica e o seu cônjuge uma mulher. Porque o homem vê 'a bola'. Se o homem se encontrar na cozinha, com os seus amigos, agarrados uns aos outros perto da janela, estará decerto olhando os seus novos vizinhos que para ali se mudaram. Porque o homem tem de saber.

Mas isso são os cartoons americanos.
A minha opinião está longe de ser essa. Porque para além de saber, de mandar, de trabalhar, de ver 'a bola', de ensinar e de se interessar, o homem também possui um raciocínio bastante elaborado.
Portanto, se a mulher lhe pede uma mola, o homem, possivelmente ficará à toa. Mas a culpa não é dele. A culpa é dela.

Porque o homem não adivinha que ela quer a mola do cabelo.
Ronaldo no País das Maravilhas


Cristiano Ronaldo deve ser, neste momento, a pessoa mais feliz do mundo. Isto porque, independentemente do que possa vir a acontecer, será decerto considerado uma das personalidades mais influentes do ano. Por ter ganho o prémio FIFA de melhor jogador.
A padeira cá da zona esfola-se o ano inteiro a cozer pão até criar calos no dedos e nem metade do dinheiro do CR7 ganha nem ninguém sabe quem ela é.
(Tirando isso, CR7 será, indiscutivelmente, a personalidade do ano. Por pertencer ao futebol. Nem o cabelo de Amy Winehouse ou os poderes do Obama lhe retirarão esse prémio.)

Mas mereceu. Da metade da metade da metade dos jogos que ele jogou, que eu tenha visto, metade considero bem jogados. O resto não vi. Agora, que ele seja, mesmo assim, superior aos restantes 4 jogadores finalistas? Epá, não faço a mínima.
Só me admirei de, no meio de tanto talento, o Mantorras não ter sido convidado.
De qualquer jeito, a Madeira já tem com que se orgulhar já que, no campo futebolístico, não tem tido muita sorte com o Marítimo. Mas tem, agora, Dolores. Sim, Dolores. Há que lhe dar mérito por ter parido o filho que pariu. Não é qualquer mulher que pare assim tão bem. E mulher que pare assim merece ser recordada.
Ronaldo não deverá ter problema algum se lhe mandam para a '... que o pariu!'. Até deve dizer com orgulho 'Ah, pois vou! Muito obrigado. Tomara a ti eu poder dizer o mesmo!!!'.


No País das Maravilhas,
uma nova maravilha nasceu ontem.

GAJAS NUAS!!!

Muito bem, agora que despertei a atenção do leitor, queria apenas aqui deixar a constatação de um facto. O Natal já acabou. Sim, já acabou. Sei que custa acreditar, sendo que ainda nos encontramos em Janeiro. Mas já acabou, é certo. Por isso, se o estimado leitor pertence àquele grupo de pessoas, cada vez menos restrito, que deixou a réplica do Senhor Pai Natal do lado de fora da janela ou o sinal de 'Boas Festas' para lá da porta até este preciso dia, eu só lhe peço o seguinte: está a ver aquele cinto com que aperta as calças? Se não estiver, imagine. Isso! Agora, prenda-o ao pescoço com toda a sua força e deixe-se falecer. Por outro lado, ainda tem a alternativa de assistir ao programa Lucy todos os dias. Mas isso não lhe iria pedir, seria deveras maçador e eu não o quero maçar, nem sequer ser má pessoa.

Pense nisso. E deixe de usar desculpas do género 'Não recebi prendas o ano passado devido à *»/**~ da crise!' Devia saber que o Pai Natal não iria gostar de ver uma réplica sua ao relento, com a temperatura gelado que está. Deve ter tomado isso como um insulto e vingou-se.
Ah, mas do Pai Natal mau ninguém fala, só querem ver o lado do senhor de barbas grandes que dá presentes e faz HO HO HO! Mas, na altura de atribuir as culpas, a crise que está ali quietinha surge sempre à tona.
Como se o Pai Natal não comesse renas na Páscoa.
Até parece que existem coelhos no Pólo Norte.

(ok... agora a sério, existem coelhos no Pólo Norte?)
Acto Precipitado
'Poderá nevar, mas só se ocorrer precipitação'

Esta frase foi proferida por uma senhora do Instituto de Meteorologia, na SIC.
E eu pensei cá para mim: 'Epá! A neve não é um modo de precipitação?'

Numa pequena pesquisa desnecessária, concluí. É, sim.
Ora, portanto, não poderá nevar sem que ocorra precipitação.

Hum...
Eis que, não tendo minimamente nada com que me entreter, me coloquei a instalar a nova versão do Messenger que é simplesmente... AI! Como é que se diz?... AH!, ESTÚPIDA!!!
E cá fica a imagem que comprova isso.
(clica para aumentar)

Ora, o que eu aprendi na escola (e isso sou eu, emendem-me se estiver errado) é que a minha data de aniversário é o dia em que, supostamente, eu nasci.
Lá está... tem lógica: ANIVERSÁRIO » ANOS.

E que é isso do 'companheiro'? Um namorado? Pode ser uma namorada?

I Don't Know...
Quando se deixa de ser criança?
Quando se começa a ser adulto?

De um momento para o outro passamos, de estar a jogar às escondidas e a brincar com nenucos, a afirmar: 'Quando eu era mais pequeno jogava à macaca e comia douradinhos.'
E eu já não jogo à macaca. Mas gosto de douradinhos.
Onde me encaixo?
Serei, talvez, um 'hermafrodita do crescimento'?
Só por continuar a comer douradinhos?
Em que fase da vida isto acontece?
Qual o momento em que passámos de ser crianças para sermos aquela pessoa de 'Ai, e coiso, quando eu era criança...'?
Será que se acorda assim de um momento para o outro?