À hérnia da minha irmã
(sem querer ofender as hérnias)
Seria, de todo, deveras maldoso da minha parte não publicar qualquer artigo sobre a mulher, esse ser de glândulas mamárias firmes e nádegas salientes, tão bem moldada pelo aclamado Adão, que Deus o tenha em descanso.

À hérnia da minha irmã, uma chaga de primeira (um bocadinho, vá lá...), à minha mãe, que agradeço me ter parido, a todas as mulheres, desejo um Feliz e atrasado Dia da Mulher!

E obrigado ao Adão, uma vez mais, por ter doado a costela que permitiu a construção de tamanho monumento.

Claro que, tal como uma caixa de queques, sempre há algum que não sai tão bem, Mas, pelos queques bons, há que que reconhecer Adão.
Vocês, mulheres, suas ingratas, deveriam reivindicar o Dia Internacional do Adão!

Deus deverá estar, neste momento, a ler este texto, comendo pipocas, dando uma palmada no ombro de Adão, dizendo : 'Vês, meu filho, por essas e por outras é que não caí na tentação.'

E sempre terá razão, Adão nunca foi congratulado. Penso que me daria bem com ele, tão nobre.

Bem, mulheres da minha vida, só peço que não deixem crescer o bigode e não se vistam em demasia porque... sempre se podem constipar.

E Feliz Dia da Mulher!

Até mais ver,
Otário.
Reflexão Reflexiva
(Goucha: o Tony Carreira dos homens)


Ora, participando na inauguração da exposição do 'artista' do meu pai (uma das vantagens de se ter um pai artista plástico é o sentido do adjectivo 'artista' ser utilizado com ironia. E não se notar.), reparei que, um seu colega, teria acrescentado na folha de apresentação que fora entrevistado, imagine-se, por Manuel Luís Goucha na Praça da Alegria.

E a Praça da Alegria é um daqueles programas a que se pode associar à célebre expressão 'Ai... eu ainda sou do tempo!'.
É mais velho que o Titanic
Quanto mais com o Goucha como apresentador.
E o Titanic e o Goucha já são velhos há bastante tempo!

Assim sendo, achei um tanto, vá lá... qual é aquela palavra que caracteriza uma coisa interessante, mas imprórpia para o momento?
Hum... ah, sim!
Parvo.
Achei um tanto parvo, porque, mesmo tendo sido a entrevista referente à obra de arte do artista (ironia), o certo é que já lá vão uns belos 15 anitos, por aí...
E se o dito artista (ironia) colocou expostos essas mesmas obras, hoje, não deverá ter evoluído muito de 1 quarto de século para cá.

O que é chato.

Ou será que o dito artista tem um fraquinho pelo Senhor Manuel Luís?
É que já li por aí que o Goucha anda para aí virado...

É dar-lhe uma apitadela.

Até mais ver,
Otário.
Otário aprova casamento Gay!
(conforme padrões concretamente estipulados e 'estipuladamente' concretos)

(imagem pertencente ao administrador do blog)

Antes de mais, quero aqui deixar claro que aprecio Gajas, embora não seja relevante a esta rubrica. Gajas Boas.

Relativamente ao compromisso homossexual, sou da opinião de que este deveria ser legalizado. Inicialmente, seja como for, esta união entre pessoas do mesmos sexo, irá sempre acontecer. O casamento viria, decerto e apenas, tentar diminuir preconceitos e igualar direitos e regalias perante o casamento heterossexual.

De outro modo, sou contra a adopção nestes termos.
O par homossexual deveria ser coibido de adoptar.

Mas aqui, claro está, é algo bastante controverso; seria tanto injusto como perturbador uma criança nascer e passar a sua infância com '2 pais' ou 'duas mães', convivendo com os seus amigos e se aperceber, por terceiros, na sua cabeça pequena, o que se sucede.

E as crianças que necessitam de afecto, de melhores condições de vida?
As crianças que nascem sem os seus progenitores?
As crianças que, em muitos casos, abandonadas por pais alcoólicos, sem condições económicas e/ou mentais de sustentar um filho, instrução ou modos.

Duas opções surgem à tona:

Educam-se estas pessoas, excluídos da sociedade, a se inserirem, a saber conviver, a aprender a socializar, a criar laços de afecto. Boa solução, mas a falta de meios e gastos à ocorrência dificultam a operação, tal qual a dificuldade e suposta não aderência dessas pessoas à situação. Seria algo que teria de partir do interior de cada um, e não do exterior.

A segunda opção seria a legalização da adopção homossexual. Aqui, as crianças deveriam ser, desde uma tenra idade, seguidas por uma psicóloga durante um longo período de tempo ou por um membro, do sexo contrário aos pais, que se disponibilizasse a partilhar a sua vida com a família. Contudo, seria necessária uma capacidade económica sustentável. Penso ser, esta solução, mais provável que a anterior.

A união Gay não deveria ser um assunto tabu.
A sociedade apresenta opiniões unânimes quanto ao caso, opiniões vindas de terceiros, opiniões de pessoas, muitas vezes, ignorantes ou incultas. Todos nós, seres humanos, apresentamos pontos fracos e fortes, todos apresentamos lacunas, distúrbios ou tormentas passageiras ou não.
Ninguém é perfeito.

Quem caracteriza esta união tendo como base uma única imagem ou caso deveria ter em mente que, apesar de tudo, o homossexual também é humano. E merece respeito.

Até mais ver,
Otário.

Agora que terminei o meu texto de participação no concurso literário Alves Redol (de VFX), em 25 páginas devidamente organizadas em espaço duplo de página A4, a entregar até finais de Março, achei uma experiência deveras encantadora. Para além de, esta semana, ter aprendido que Teresa Guilherme sempre é uma mulher (fiquei surpreendido!) e que a TVI24 será emitida 8 dias por semana (e não 7, como seria suposto), penso que ganhei um enorme valor na escrita prosaica.

Se vencer, serei contactado lá para Outubro, pelo que hei-de ficar três meses esperando sentado até, presumivelmente, ganhar hemorróidas.



Até mais ver,
Otário.
Pensamento ingénuo
(cabeça de alho xoxo)


Eis que me encontrava a caminho da escola, entre as 8 da matina e, olhando o céu, reparo num senhor nu, pelo menos do tronco para cima (foi só o que vi, a sério!), a fumar a sua beata com a janela aberta. E pensei: 'Epá, coiso, este gajo é uma besta! É assim que uma pessoa se constipa!' E segui a minha vida.

Dias depois (ontem, mais especificamente), vagueando pelo Jumbo da minha zona, eis que avisto algumas pessoas mascaradas, entre funcionárias, mães a passear com os filhos 'piquenos'. Achei, logo ali, que o Carnaval não deverá ser levado a sério por certas pessoas. Porque, repare-se, uma mulher feia feia feia feia feia feia como o camandro se mascarar de bruxa, com aquelas tintas todas que se colocam na cara e afins, não cumprirá o objectivo do Carnaval. Tudo bem, mascarou-se. Mas não deixa de ser feia, aliás, talvez ainda fique mais feia. E o objectivo não é esse.
Não me apetece ir a lado nenhum fazer nada
(mas tenho de fazer qualquer coisa em algum lado)

Uma nota breve: Com as 'ideias pessoais das pessoas' de Miguel Sousa Tavares e a informação de que 'estamos a mia hora do final, faltam 15 minutos' de um repórter da Liga Sagres na TVI, eis que irá para o ar a TVI24. 48 horas de tristeza.

Quanto ao tema, e após uma aula teórica de 1h30 de Educação Física, ficou-se-me retida uma imagem na cabeça (cheia de boas intenções, claro está) que, por mais que chocalhe a tola, não me cai do ouvido abaixo.
Se Deus ou a Fada Sininho ou coisa que o valha tivesse criado o pessoal desta maneira?

Hum... só sei que o coito (bela palavra!) talvez não fosse possível com metade do recto e do órgão sexual ora à frente ora atrás, ao lado um do outro. O andamento também seria engraçado, já que teríamos uma perna virada para trás e outra virada para a frente. A única vantagem que tomou a minha consideração foi a possível visão de ambos os lados. A concepção de vestuário seria deveras complicada, essencialmente para as mulheres que teriam os seios em posições contrárias.

E os homens poderiam olhá-las mais facilmente, tendo um olho em cada lado.

seja como for...

Até mais ver,
Otário.
'Queria apenas ver se o mundo mudava mesmo'
(Favores em Cadeia)

Para começar, queria aqui pedir aos meus leitores que não façam como o Homer Simpson!
Vestiu a camisola ao contrário e começou a chorar. A etiqueta arranhava-lhe a garganta.

Well, assisti a um filme que achei deveras interessante e cria aqui publicar neste blog também deveras interessante (sem me querer gabar...). O que sucedeu foi o seguinte: uma turma do 7º ano recebe, na primeira aula, um trabalho que consistia em arranjar uma maneira de melhorar o mundo e colocá-la em acção. O dever seria incentivar os alunos a se mostrarem mais interessados nos problemas mundias e no futuro, sendo que se iniciavam no 3º ciclo que daria acesso ao secundário e, mais tarde, à universidade ou afins. Contudo, um rapaz (chamemos-lhe 'Coiso', quem manda aqui sou eu!!!) leva o trabalho muito a sério e cria um sistema de Favores em Cadeia. Deste modo:
Iniciou um sistema em que ajudava três pessoas que necessitassem de ajuda, tinha de ser algo difícil. Depois, cada uma dessas pessoas ajudava outras 3 pessoas e assim sucessivamente.
Na figura, o 'ME' é o Coiso que ajudou o Dito Cujo a livrar-se das drogas, a Abécula a se socializar e o Coiso Dois, que era seu colega de turma, a não levar porrada dos mais velhos.
Well, o teor da história não interessa, até porque alguém morre no final entre essas quatro personagens, algo que não irei referir... para criar suspense! Mas a sério, se gostam de bons filmes sem gajas nuas ou violência, aconselho a assistirem a este.

A mensagem é que é importante e tocou-me. O Coiso dizia que é possível 'consertar uma pessoa' e que achava 'que é difícil para algumas pessoas mudarem. E desistem. Quando o fazem, todos perdem'. Um repórter segue o testemunho de pessoas marcadas pelos Favores em Cadeia até chegar ao Coiso, percorrendo inúmeras cidades. O sistema funiconava!

Para me despedir deixo aqui um endereçozito alegre e divertito para passearem por lá.
O meu dito colega e amigo e coiso iniciou-o à pouco e é, a seguir ao meu, o meu blog favorito (sem me querer gabar, uma vez mais...). Cá fica:
http://isactamente.blogspot.com/

Se me lês depois de levantar, bom dia, se o fazes depois do almoço, boa tarde, se acabas-te de comer e ainda é de tarde, boa tarde na mesma. Se me decidiste visitar à noitinha, muito boa noite e sonhos corde rosa. Se por acaso vais lanchar a seguir, cuidado, não te engasgues. Se tens trabalhos da escola para fazer, como equações ou probabilidades, não te esqueças da máquina de calcular, senão terás de te levantar novamente e é chato. Se estes agradecimentos te incomodam, não sei porque raio os lês, vai à fava!

Até mais ver,
Otário.

Ah, e se por acaso passar aqui algum entendido na simbologia dos sonhos, que me explique por que raios sonhei hoje de manhã comigo com dois pénis. Danka!

('Danka' é 'Obrigado' em alemão, seu ignorante...)
n'ést pas penaltie!
(quando nevar mel abre a boca)


Ceci n'est pas une perdant!

Se eu fosse ao Pedro Proença, homicidava-me com um afia!
Eu cá acho que, em caso de pénaltie, tem de existir contacto físico.
O que esse Senhor merecia era ser vítima de Homejacking e que lhe roubassem os apitos!!! E agora, como assinala o penaltie, senhor árbitro????

Muito bem, agora que já demonstrei o meu descontentamento quanto ao resultado do clássico, queria aqui pedir às pessoas que dizem acreditar só no que vêem, mas que acreditam em Deus, uma justificação da sua posição quanto à existência da SIDA. É que eu, nem SIDA, nem Deus, nem Benfica campeão da Champions. Nunca vi nada disso.
Já o SCP, a Kelly Kelly do futebol português (quem acompanha wrestling espero que entenda esta comparação), ora goleia ora é goleado. É para criar o factor surpresa. Tal a Carolina Patrocínio, quando aparece agasalhada nos dias de sol e com menos roupa nos dias de chuva, no Tá a Gravar.

Quanto ao tema da semana, é um tema muito doce. As notícias mais recentes, com mais destaque nos jornais, dão conta da ocorrência de cheias no Brasil e de fogos na Austrália. Se a situação fosse a inversa, seria fácil de resolver: toda a população mundial seguia rumo ao lado oeste do país australiano e soprava, em sintonia, com toda a sua força até este chegar ao continente americano. Chegado, era cruzá-lo com o Brasil e estava o fogo apagado.

Por isso é que eu digo, quando nevar mel nem chapéu de sol ou chuva levo. É andar normalmente, fazendo a vidinha, com a cabeça um tanto inclinada e a boca aberta. Quanto sei, o mel não é inflamável - problema dos fogos resolvido - e cura tosses e contipações.

Pois é... a situação em que se encontra este mundo é deveras negra. Só a Beyonce vai ficando bem a preto e branco...

Até mais ver,
Otário.

Regressão Retraída
('E nasce de novo o dia')

Estes últimos dias foram-me difíceis, começando pela assolação de memórias e dúvidas quanto ao futuro, que me lotaram o cérebro, e acabando nas duas esferográficas que temiam em não escrever este texto, inicialmente, no meu caderno de apontamentos. De modos que o escrevi a lápis.

A entrada na idade adulta não me foi muito favorável. Chegou a ser pior do que a ocasião em que esfolei as mãos numa caída ríspida num jogo de futebol que me deixou marcas até hoje, à quatro anos atrás. Tudo começou no 2º dia da minha adultecência (se 'adolescência' se refere aos adolescentes, esta expressão deveria fazer sentido...) quando, em Educação Física, estendi o músculo em demasia, tendo-me lesionado na perna direita, o que há-de demorar a curar. Até lá, há que andar lenta e prudentemente e 'não fazer esforços', diz a Srª Professora.

Desta situação, retirei uma moral:
Na vida, existirão sempre bons e maus momentos. Nos bons, há que os aproveitar. Nos maus... bem,nos maus, é retirar a parte boa (por mais restrita que seja) e esperar por melhores dias!

Até mais ver,
Otário.

Nota: Agradeço a todos os quais me felicitam pelo meu aniversário, os que me aturaram durante 12, 3 anos ou mais. A quem me premiou por mérito de blogger, não me esqueci. Quando tiver disponibilidade, responderei. Merci!

Nem sabem o que me aconteceu. Estava eu no intervalo da aula, a olhar para o chão da escola (não que o faça muitas vezes, mas hoje o chão estava com uma sensualidade fora do comum, excepcional, um cinzento deveras sexy) e reparo que se encontra seco. De repente, começa a chover. E ele fica molhado. Foi estranho!

De modos que, sendo já adulto, há que manter a calma em certas situações.
Cá ficam 10 dos momentos que + me irritaram ao longo destes 18 anos:

1- Ler publicações iniciadas por 'Hoje vou falar de'.
2- Levar com o bafo de um fumador que me cruza, repentinamente, do caminho inverso.
3- Ter cãibras nos pés ou dor de burro.
4- Não me aceitarem uma explicação quando se nota, a légua, que sou o dono indiscutível da razão.
5- Ouvir, ler (ou afins) algo referente a Luciana Abreu.
6- Ser informado que irá chover e constatar que o sol nunca brilhou tanto.
7- Ter de me levantar de manhã, de um merecido sono profundo.
8- Chamarem o meu nome, eu questionar 'o quê?' e a resposta for 'nada' ou 'esquece, já não é nada'.
9- Um canal da Cabo parar a meio de 1 programa deveras interessante.
10- Receber um telefonema a meio da noite e entender que é engano.

E prontos... coiso!
De momento, o meu Pc não me permite reflectir muito sobre este dia em que celebro 18 anos, pelo que voltarei mais tarde, um dia destes. Parece que pariu por aí uns vírus e anda em licença de parto. O que é que se há-de fazer? :)


(desliga o som do blog para poderes ouvir o vídeo)

Está friozito e a chover mas...

um gelado calha sempre bem :)


Como reagirias nesta situação?