Poder podia mas...

|imagem Google|

...não me apetece minimamente. Detesto pessoas com idade corporal de um adulto e idade mental de uma criança. Ah, tens muito jeito a agitar garrafas de sumo, deves ter muita prática. Sim, deve ser a prática em dar estalos em gajos como tu que ousam em ser deselegantes. O que eu faço em casa só a mim me diz respeito e só partilho em quem de bom grado me aceite ouvir. Mangueira! Ando num período de inacriatividade deveras grande, acho que preciso de uma companhia feminina na minha vida: 1 corrector tendencioso em me informar o que vai de errado comigo. E, enfim, que me dê carinhos e coisas assim. Não sei se estas ideias chegaram com o fim da minha novela, mas pá... também, quer dizer, eles não tinham de arranjar todos par e terminarem felizes, não é? O Afonso morreu, mas não houve tripas nem nada, é um desgosto para quem acompanha a novela desde o princípio, não é? E a Patrícia Bull deveria fica comigo, não com aquele sujeito que ninguém soube quem era, quer dizer... E que fazia o Figueiras ali? Pá, fogo! Não vejo uma novela tão depressa na minha vida, nem que lá metam gajas nuas. (enfim, ponderaria...) Estive cá a pensar e será que, quem usa tshirt e calças com braguilha, pode continuar a falar com os seus botões? Acho que não faria sentido, não é?, mas também ninguém pensa nisso, é preciso eu iniciar a coisa! Estou revoltado... quando 1 sujeito corta o cabelo e chega à conclusão que está mais fofo, é porque decerto deveria ter menos tempo livre... Ham... alguém sabe tocar guitarra?

Lógica é uma cadeira de Filosofia





















Se o professor vier ao Blog, não posso publicar que cabulei.
O professor não vem ao Blog.
Logo, posso publicar que cabulei.



E eu sou um ele metade Alentejano.
Minha mãe nasceu em Elvas.

Por Falar...

...nisto...
...aqui!, é com felicidade que informo, quem ainda não sabe, que os famosos
livros dos Arrepios estão de volta, numa loja Bertrand ou Fnac perto das
vossas pessoas. Não se rejubilem de alegria, porém, que, infelizmente, já
andei folheando estas preciosidades e cheguei à triste conclusão que estes
novos livros não me parecem a nada semelhantes aos da minha doce
infância, pecando estes novos por serem deveras abonecados e destinados
puramente às crianças pequenas. Se alguém souber de uma qualquer loja
que venda os livros antigos, que me informe, ficaria deveras grato a
quem o fizesse, para toda a minha vida. No meu tempo, pagava cerca 2,50E,
pois, espante-se agora, que esta nova colecção ronda os 7,00E.

Por vezes...

... dou por mim a perguntar quão são és tu?, e, a verdade, é que me respondo sou deveras, sou deveras..., mas, mais tarde, muito mais tarde, recordo-me da minha resposta, e presumo que tenha sido fruto do meu engano, pois sendo eu tão são como me pensei, decerto não elaboraria conversas comigo, nem tão pouco me responderia a mim próprio. (é um pouco contraditório, mas a verdade é essa mesmo) Não gosto de pessoas com muitas parecenças comigo. Quer dizer, para me aturar a mim, já me basto eu, não é verdade? E sinto uma revolta muito grande, porque, se eu bato em alguém parecido comigo, por me estar irritando, nas frases que profere e que adivinho proferir, pois seria algo que eu dissesse em determinado momento comum, seja por alguma outra ocasião semelhante, sinto que me bato a mim próprio e isso magoa-me a alma. E, se não faço nada, entro quase em depressão, pois seria como se me não conseguisse disciplinar a mim próprio. Pá, e isso chateia-me, porque raio existem pessoas tão semelhantes a mim, mas, porém, tão mais insuportáveis em termos de irritabilidade. Se eu procuro ser irritável, não gosto que outro sujeito venha travar conhecimento comigo e, no fim, para além das parecenças que mostrou em nos fazer companheiros, se mostre ser mais irritante do que eu. Não aprecio que me ultrapassem, não gosto de entrar em competições; e se eu nasci assim, e agora vem-me este caramelo chatear-me, qual é o sentido da minha vida? Eu que sempre superei as pessoas em termos de irritabilidade, agora começo a pensar se vale a pena viver. Ao menos sou mais bonito que ele, ele que engula essa.

♫ Ouvi dizer que quase tudo vale pouco quem o diz não vale mesmo nada

Os professores universitários são verdadeiros. Os burros são vaidosos.
Ambos se gabam da vida
e das suas qualidades. Quem
possui uma licenciatura ganha
um bilhete para o céu: é um santo.

Olá, eu sou o Francisco!...

...diria eu se ousasse aqui mentir. (ah, bolas, a minha caneta caiu ao chão... tenho de acabar com o hábito de meter canetas na boca enquanto penso) A verdade é que no outro dia a minha irmã chegou à conclusão comigo que seria muito fácil raptar um cego surdo mudo e, desde essa altura, não penso noutra coisa: ai filho onde estás, eles fizeram-te mal?/estou bem, estou bem, mas está muito escuro aqui. Enfim, há pessoas com vida mais fácil, é certo; por exemplo, quem anda o dia todo na rua com vuvuzelas, vê-se que pouca vida têm. Moro ao lado de um posto Galp e posso adiantar que têm sido os dias mais negros da minha vida, isto vindo de alguém que já esteve sentado ao lado de pretas no comboio. Já me veio à ideia ir ali dar com a vuvuzela ao moço da frente para ele sentir a dor dos meus ouvidos, muito seriamente. Quando era pequeno, o mais próximo que tive da vuvuzela eram caramelos. E tinha de os partir com os dentes. Não era tão eficiente. Hoje qualquer um pode simular um peido com a boca a umas dezenas de decibéis. Os tempos são outros. E eu não me chamo Francisco. Já me chamaram muitas coisas, mas essa não foi uma delas.

Momento Colhogar II + I

OT - Sabes aquela do camelo
que saiu fora para beber água?

Minha Mente - Não.

OT - Pensou que a vida era uma
miragem e deixou-se morrer à sede.

Minha Mente - AHAH e depois?

OT - Depois nada, fez figura d'urso!

Vou revelar-me...

...não, não sou homossexual (ah, bolas, enganaste-me bem seu artolas!). Mas serve esta presente publicação para esclarecer às, já algumas, pessoas curiosas, que não revelarei meu nome, a menos que me embebedam, o que acho muito improvável, porque eu não bebo. Eventualmente, se por mero acaso ocasional, surgir a ocasião de, ocasionalmente, nos encontrarmos ali no café da esquina, obviamente vos informarei do meu nome, porque existirá uma coisa chamada conhecimento. E, para além de parecer uma palavra estranha dita por uma pessoa que ponha ênfase aos c's, é algo que estimo deveras. Isto são meras hipóteses, não espero criar ansiedade, porque certo será que não elaborarei nenhum passatempo do tipo escreva uma frase e habilite-se a um jantar com Tony Carreira. Não é que não goste do homem, aliás, as únicas duas músicas que sei hoje completamente de cor são dele; e penso seriamente em arranjar um terapeuta em relação a isso. O facto de não o fazer, deve-se à minha falta de vontade (é a minha justificação actual, aguentem!), mas se alguém ousar pagar-me um gelado, já será algo com que me contente, se não estiver a chover. Tenho um café mesmo por baixo da minha casa, cuja responsável vai vender bolas de berlim à praia no Verão, e contrata esbeltas e interessantes empregadas; incentivo não falta para por lá passar. Por pensar nisso, talvez dê por lá um pulo agora, está lá a moça ao balcão sozinha, coitada, com aquilo sempre às moscas, talvez lhe faça companhia. Au revoir! (um toque aqui de intelectualidade no fim para dar ênfase à coisa...)

Uma permanente, ó se faz favor!

acho que viver é desenhar sem borracha, escreve marília gonçasves,
a habitar aqui!. Concordo, não imagino aqui opções. A vida é um
progresso sem retorno, por isso a reflexão antes de cada acção.
Agora, o tamanho do papel depende da força de cada um.