| Os mudos andam pela calada! |
Divagações 4: Rabanada de vento com Peanut Butter
Seus pi pi do pi, mereciam ser pi com pi lubrificante em cima da mesa da cozinha! Parece que se reuniram todos à volta de uma mesa a tomar café e disseram 'Ah! Vamos tramar este gajo!'. Se virem o meu nome na TV, sim, fui eu o criminoso. Ah não sabem o meu nome... too bad. Estou mesma naquela de estar ali a pensar nisto. Já não basta 1 pessoa viver neste mundo globalizado, parece um rato de laboratório do sistema capitalista, não há nem sequer 1 nico do globo que não tenha sido remexido pelo Homem, seria o mais, estragámos tudo somos reféns do nosso próprio império homem racional rei dos animais qual quê o único animal que põe fim à sua própria vida onde já se viu um veado a enforcar-se deve ser deve sociedade hierarquizada mas tirando o dinheiro é tudo a mesma laia não são os coelhos que fumam e esses nem pensam veja-se lá a inteligência. O que mais me estranha nas pessoas é elas me parecerem tão diferentes de mim. Acontece-me em certas circunstâncias de conversa, julgar o meu próximo e pensar: 'Ena pá, este sujeito é-me deveras interessante. Deve ter uma vida experimentalmente satisfatória em sensações!'. Por outro lado, talvez os outros pensem o mesmo de mim, e eu chego a casa e vou ver o Doraemon, tipo... nem tudo o que parece é. A menos que seja o verbo Ser, esse é 2 vezes, uma porque é, outra porque é, é um algo e é o ser. Por aí, acho eu. Não há cá entrar em confrontos como o ser e dizer: 'AH seu panisgas de um raio TU NÃO ÉS NADA sabias! TU NÃO ÉS NADA!', porque obviamente que ele é alguma coisa e não há dúvidas disso. Agora que penso nisso reforço a minha capacidade de noção de inteligência. Estou bastante contente comigo mesmo, quase saltava de alegria se não fosse aquele sucinto pormenor de não me apetecer. Não há nada a fazer em relação a isso, não me apetece e pronto, culpemos a sociedade. Não sei porquê mas culpemos a sociedade, essa que me rodeia rotativamente numa rotina de rotas redondas porque o mundo é uma bola. Culpemos a sociedade, por um motivo inventado agora neste momento: a sociedade é... é social, hum, e as coisas sociais têm tendência a generalizar, e isso faz entrar uma crise de valores recriada, pela janela da cozinha de uma pessoa, que está a comer 1 pão com Peanut Butter e sente um arrepio pela espinha acima devido à rabanada de vento e raciocina: 'Meu Deus! Eu sou 1 pessoa igual às outras! Como é que isto foi acontecer? Agarrei numa fatia de pão e, de repente, pressenti que é totalmente isto que as pessoas fazem: comer! Como pude ser tão casmurro para perder a minha identidade Meu Deus...!'. É mais ou menos por aí, geração Morangos Com Açúcar que ouve a mesma mesma música de caca que todos os outros que vêem Morangos Com Açúcar e ouvem música de caca! Sim, isto é para vocês, seus desperdiçadores de tempo perdido! Porque há gente que deveria ir para os países árabes, esse clã Carreira, ia para lá onde dão um tiro a quem canta. São esses e aquelas personagens que uma pessoa do sexo masculino, digamos, eu, olha, e mira, e volta a olhar, e reflecte: 'Ena pá, que bela saliência lateral, era bem capaz de fazer um test-drive naquilo.' Depois olha melhor e repara que aquilo nem é tanto o que parece, vai mais de perto e é 1 tipo. E a pessoa do sexo masculino, digamos, eu, diz Hug... c'a nojo! E fica com aquela imagem desagradável captada pela retina durante uma semana. Coisas, enfim. O que se há-de fazer... são situações que uma pessoa não pode enveredar, digamos,, como aqueles fumadores que abomino, que vai uma pessoa descer as escadas da Estação de Comboio e leva com o bafo do gajo que vai à frente, só apetece gritar: 'Ó SEU ATRASADO DE MERDA, SERÁ QUE NÃO PODIAS ACENDER O CIGARRO LÁ FORA SEU FILHO DA MÃE? É NECESSÁRIO PREJUDICARES A MINHA SAÚDE Ó ATRASADO?'. Há gente que não tem noção nenhuma sinceramente... o senhor administrador cá do Prédio mora no andar de baixo perto da porta de saída e, mesmo assim, acende o cigarro dentro do prédio é 1 cheiro que não se pode. Isso deixa-me triste e frustrado e uma coisa é certa; eu nunca fumei, porém, se me surgirem no Futuro problemas associados, eu juro que pego numa caçadeira e não morro sozinho. Isso é uma coisa certa que podem apontar seus fumadores inconscientes. Isso tira-me do sério não ter controle na minha vida, depender dos outros todos pá, só estradas e estradas já ninguém anda a pé, e quem anda 'tá tramado já ninguém quer saber dos peões é xeque-mate em todo o lado até nas passadeiras é 1 vergonhas 1 pessoa não encontra segurança em lado nenhum. É a história mais vergonhosa da História das histórias vergonhosas! É uma vergonha este mundo pá! É que depois uma pessoa tem isto do raciocínio e compreensão, mas nem de mim próprio assumo razão ou compreendo... sei lá o que sou, quem sou, para onde vou, e tu és mais do que eu te invento, tu és um mundo com mundos por dentro e temos tanto para contar, vem esta noite fomos tão longe a vida toda, tu és um anjo que demora porque amanhã é sempre tarde demais; Sei de cor cada traço do teu rosto do teu olhar cada sombra da tua voz e cada silêncio que tu faças meu amor sei-te de cor sei por que becos te escondes sei ao pormenor o teu melhor e pior sei de ti mais do que queria e numa palavra diria amor sei-te de cor; Dois corações sozinhos a dor juntou dois corações perdidos sem ter ninguém bastou um só carinho e tudo mudou entre nós começou mal e acabou bem. Medleys desta minha cabeça. É tudo tipo Leandro, 'amor vem', 'amor volta', 'amor não me deixes', 'amor amo-te', entenda-se lá a solidão do rapaz coitado que ninguém o quer Baby Baby Oh When U Smile e tal franjinha bonita cérebro congelado. Aquilo nem com um picador de gelo lá vai tem de ser à estalada eu cá acho que quando ele pinocar e tiver noção das letras que cantarolou ainda se suicida para aí num beco. É de uma pessoa perder a cabeça. Literalmente.
|Vídeo: Cee Lo Green/Gnals Barkley - Fuck You|
Tu és um erro de casting nesta vida
E tem o Sôr Padre o descaramento de vir à televisão nacional rogar
pragas ao Estado, que coiso e não-sei-quê, porque mandou cartas ao
Primeiro Ministro, e mandou cartas ao Presidente da República,
e mandou cartas ao Ministro das Obras Públicas, e que ninguém
neste país que temos assume a responsabilidade de renovar a
pobre da Igreja que está a cair aos bocados, diz isso o
Sôr Padre, depois de uma vida de hóstias e Avé Nossa
Senhora Não ao Preservativo e Amor e tal, diz o Sôr Padre
que a culpa é do país. Ainda se fosse uma escola, tudo bem,
mas porque não levanta o Sôr Padre um tijolo, ou vai rezar
para o meio da Natureza, pois então, já que o Deus está
em todo o lado e não ao materialismo e isso tudo e fé interior divina?
Porque não levantas tu um tijolo ó camafeu?
Otarium Estragonhoviski!
Vi o Mário Rui esta semana, só que ele não reparou em mim, estou a dever-lhe um DVD do Harry Potter que ele me emprestou há coisa de sete anos, ainda não tinha o Harry pêlo na virilha; mas já andava com as suas feitiçarias extraviadas, Ascendio/Aresto Momentum/Expecto Patronum, se eu sou o único a achar que isto apresenta conotações sexuais arranjem-me um terapeuta. Mas a feita é que as pessoas passam por mim e devem pensar, ah, ele é jovem, deve ter vida - passou a minha professora de Matemática do 2º ciclo por mim, com a qual tanto falava, e ficou-me pelo Bom Dia. E eu não tenho vida, quando eu arranjar a vida, juro que vos telefono a avisar, gente que vejo ocasionalmente em situações particulares. E depois há outra classe de pessoas, que me conhecem por terceiros, mas que nunca estabelecem um diálogo, como algumas conhecidas da minha mãe que mandam cumprimentos quando não estou presente, e quando por elas passo me viram a cara. Dentro desse lote existe ainda uma pequena percentagem que me fica a mirar e não diz nada, decerto, pensando, Ai, será que lhe desejo Bom Dia?, Será que espero que ele me comprimente?, O que faço?, como se eu fosse um Monstro das Bolachas das mulheres casadas, teria eu de dizer, tem calma, que eu não te vou papar, não gosto de refogados.
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Otariamente Falando
Por vezes acho que estou talhado a ser o que não sou para fazer o que não faço. Pensamento anti-natura, obviamente que deveria estar cá nesta vida para ser aquilo que sou e fazer aquilo que é feito, partindo do princípio que actuo segundo os meus gostos e convicções. Estarei envolto numa série de trabalhos se, pois então, sonhar em ser o oposto de mim, que, seria, começar uma vida nova nesta vida e refazer-me. Comparativamente, ver a Julia Roberts a representar uma chefa de uma agência funerária ou o Adam Sandler a representar um homem de negócios de sucesso, obviamente que isso é totalmente descabido e surreal, e que ambos estes actores de tudo farão para cair na monotonia do ecrã actuando como simples e felizes jovens ao passar dos anos que se lhe enrugam as peles caídas e os colocam o rótulo de patetas.
Transparência - Desafio Fábrica de Letras
A Transparência é quando olho para ti e vejo que és bonita por dentro apesar de teres bigode.
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|para Fábrica de Letras e Palavras|
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|para Fábrica de Letras e Palavras|
Otarializa-me!
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Pareces eu nos meus dias em que sou uma completa ajuizada estimativa dos padrões da vida e reflicto: Ai, amanhã faço isto e aquilo e vou mudar completamente a minha vida porque sou capaz! -mas depois sento-me na realidade e mando tudo para as urtigas. Estou ali eu, com um raio de sol, e depois relâmpago-me todo. Nem dá para secar os sentimentos molhados da minha alma.
The Pacific Age
A vida... bem... o que posso dizer dela?
Sendo um pessimista nato, acho-a vulgar. Mas isso sou eu,
que me aborreço com o mínimo esplendor de um sorriso alheio
após uma reflexão individual da ocorrência... deviam prender
tipos como eu, que desprezam esta vulgaridade monotonamente
repetitiva da ocasião de se estar vivo, uma PIDE do sentimentalismo
de base, que é como quem diz, vais ali para o Tarrafal para
Sendo um pessimista nato, acho-a vulgar. Mas isso sou eu,
que me aborreço com o mínimo esplendor de um sorriso alheio
após uma reflexão individual da ocorrência... deviam prender
tipos como eu, que desprezam esta vulgaridade monotonamente
repetitiva da ocasião de se estar vivo, uma PIDE do sentimentalismo
de base, que é como quem diz, vais ali para o Tarrafal para
aprenderes a apreciar um momento com uma moça roliça
em vez de ó depois andares a divagar que, apesar de
tudo, tanto faz e que a vida é toda assim, nasce-se
vive-se e morre-se e lá no meio é tudo igual, seu
desagradável mundano inconsciente!...e lá ia eu levar umas pauladas na cabeça e
saia de lá fino. A cambalear, mas fino.
Mas quem sou eu para ter o descabimento de me queixar,
e quem raios se interessará sobre a vida desta pobre pessoa,
a não ser ela mesma, com o seu amor impróprio e auto-estima
variavelmente deambulante? Pois, senão mais, você, que me
deixará um comentário deveras enriquecedor para a continuação
da minha existência que, porventura, para a semana não me recordarei,
trocando por miúdos, me entrará num ouvido e sairá pelo outro, ou,
mais propriamente, e tratando-se de uma mensagem escrita posteriormente
lida, entrará nos meus glóbulos oculares e sairá do ponto receptor alojado
no meu cérebro e que deve ter um nome todo estranho de que nunca
ouvi falar e que só a classe médica mostrará interesse em tomar conhecimento.
Andas a fumar charros de incompreensibilidade, caro João Carlos?
*
Estava o rabo da minha pessoa directamente apoiado numa das cadeiras que dão azo à sala de aula da Faculdade, e denoto que a velhice da professora a faz iniciar a sua divagação habitual sobre a vida e o estado do país, temas não expressamente mencionados no programa da disciplina que lecciona. São 15H22, a aula termina às 16H00, tenho um papel para entregar aos Serviços Sociais que encerram às 15H30, se sair daqui a passo largo sou bem capaz de lá chegar no fechar de portas e atendem-me em coisa de 3 minutos e evito filas. Saio da aula, a meio do caminho já ofegante, Deus queira que valha a pena, será de todo incomodativo chegar lá acima e dar com as portas fechadas, ora não entrego o papel ora não assisto à aula. Chego, 3 minutos, 'tá entregue, 1 Bem Haja! à senhora do balcão que parece boa moça, já que estou aqui aproveito e vou fazer um xixizinho. Faço xixi, sacudo o dito, puxo os boxers e as calças num movimento regularmente normal, aperto o cinto para não caírem, vou lavar as mãos, opá não há sabão! Ora então, neste momento, tenho eu 1 nico de sabonete líquido na mão direita que nem dá para limpar o dedo mindinho, o que faço para me lavar? Fecho a mão, saio dos Serviços, e, ao invés de ir directo ao Metro que é já ali e ir para casa, tenho de ir de novo à Faculdade que é lá ao fundo, para limpar esta já nojice da pequena nhanha de sabonete que já começa a formar espuma nesta minha mão cerrada e quente. Chego à Faculdade, dirijo-me propositadamente ao WC, lavo as mãos, enxaguo-as, e vou-me embora todo contente; para o Metro, que é já ali perto dos Serviços Sociais, mas, como estou na Faculdade, é ali ao fundo novamente. E a partir daí tudo correu normalmente, e foi assim o meu dia.
Estava o rabo da minha pessoa directamente apoiado numa das cadeiras que dão azo à sala de aula da Faculdade, e denoto que a velhice da professora a faz iniciar a sua divagação habitual sobre a vida e o estado do país, temas não expressamente mencionados no programa da disciplina que lecciona. São 15H22, a aula termina às 16H00, tenho um papel para entregar aos Serviços Sociais que encerram às 15H30, se sair daqui a passo largo sou bem capaz de lá chegar no fechar de portas e atendem-me em coisa de 3 minutos e evito filas. Saio da aula, a meio do caminho já ofegante, Deus queira que valha a pena, será de todo incomodativo chegar lá acima e dar com as portas fechadas, ora não entrego o papel ora não assisto à aula. Chego, 3 minutos, 'tá entregue, 1 Bem Haja! à senhora do balcão que parece boa moça, já que estou aqui aproveito e vou fazer um xixizinho. Faço xixi, sacudo o dito, puxo os boxers e as calças num movimento regularmente normal, aperto o cinto para não caírem, vou lavar as mãos, opá não há sabão! Ora então, neste momento, tenho eu 1 nico de sabonete líquido na mão direita que nem dá para limpar o dedo mindinho, o que faço para me lavar? Fecho a mão, saio dos Serviços, e, ao invés de ir directo ao Metro que é já ali e ir para casa, tenho de ir de novo à Faculdade que é lá ao fundo, para limpar esta já nojice da pequena nhanha de sabonete que já começa a formar espuma nesta minha mão cerrada e quente. Chego à Faculdade, dirijo-me propositadamente ao WC, lavo as mãos, enxaguo-as, e vou-me embora todo contente; para o Metro, que é já ali perto dos Serviços Sociais, mas, como estou na Faculdade, é ali ao fundo novamente. E a partir daí tudo correu normalmente, e foi assim o meu dia.
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Olá,

pessoa cujos olhos se inclinam para este conjunto de letras que formam aquela coisa a que Eugénio de Andrade se referia como 'um punhal, outras orvalho apenas', e que se chamam palavras. Tenho a dizer que não tenho rigorosamente nada a dizer, excepto o que possivelmente surgirá seguidamente ao ponto final deste presente período. Originalmente, possuía um tópico recente de discussão que, porventura, perdi o interesse em utilizar e que, por esse eventual motivo, e tomando em consideração a minha servidão face a mim, não o farei, por assim ser minha vontade. Seja, então, feita a sua vontade, tanto na Terra como no Céu, Glória a Deus, nosso pai, amén! Perdoai-me, meu senhor, por sofrer de paralisia ateísta e não crer em vós, ide pó caralhoviski, à'merde!
*
Não me contento com absoluta e rigorosamente nada.
Sou uma espécie daqueles gatos sem pêlo, em que as pessoas se aproximam e pensam ahg, tá bem, nã tem pêlo, menos um defeito que o bicho pesa. Se eu me visse na rua iria possivelmente falar mal de mim nas minhas costas, Quero eu dizer, abre parênteses, se eu me cruzasse com outro alguém deveras semelhante a mim, iria falar mal dele atrás dele, sem segundas interpretações e salvo seja, fecha parênteses e continuando.
Os bebés fazem cócó e xixi na cueca e são apelidados de criaturas fofinhas, onde haja um
carrinho de criança no jardim, há sempre uma velha ao lado; a fazer caretas estúpidas,
cutchie cutchie coiso e tal, e depois a falar do filho da filha, o neto da avô que é ela, a
dizer que ele é mais grande, só para se mostrar superior à
senhora jovem mãe que só procurava sossego num cantito de jardim para espairecer
um bocado e que agora se vê entalada numa conversa vulgar com uma velha que não
conhece e que, ainda por cima, e por baixo e por todo o lado, diz mais grande,
em vez de dizer maior. Mas as velhas são criaturas de Deus e também elas fazem cócó
na fralda. Aí fica o elo de ligação. Por mais que cheire bem, a vida é sempre uma merda.
Pimba no link (Faz click!)
*
Não me contento com absoluta e rigorosamente nada.
Sou uma espécie daqueles gatos sem pêlo, em que as pessoas se aproximam e pensam ahg, tá bem, nã tem pêlo, menos um defeito que o bicho pesa. Se eu me visse na rua iria possivelmente falar mal de mim nas minhas costas, Quero eu dizer, abre parênteses, se eu me cruzasse com outro alguém deveras semelhante a mim, iria falar mal dele atrás dele, sem segundas interpretações e salvo seja, fecha parênteses e continuando.
Os bebés fazem cócó e xixi na cueca e são apelidados de criaturas fofinhas, onde haja um
carrinho de criança no jardim, há sempre uma velha ao lado; a fazer caretas estúpidas,
cutchie cutchie coiso e tal, e depois a falar do filho da filha, o neto da avô que é ela, a
dizer que ele é mais grande, só para se mostrar superior à
senhora jovem mãe que só procurava sossego num cantito de jardim para espairecer
um bocado e que agora se vê entalada numa conversa vulgar com uma velha que não
conhece e que, ainda por cima, e por baixo e por todo o lado, diz mais grande,
em vez de dizer maior. Mas as velhas são criaturas de Deus e também elas fazem cócó
na fralda. Aí fica o elo de ligação. Por mais que cheire bem, a vida é sempre uma merda.
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