18/06/09

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Verdade, verdadinha
(dispensa ilustrações)

Deixo aqui escrito uma história real que nunca contei a niguém e que inclui duas personagens:
o próprio do Otário e outro mamarrancho anónimo.

» Mamarrancho, se me lês, pressinto que não serão boas as recordações que te trago.

Eram senão finais de Junho e toda a juventude se encontrava com os calores, todos nus se a lei escolar assim o permitisse, e a imbecil da minha pessoa preparava-se para o último intervalo do horário escolar, quando se lhe entranham umas dores no estômago de fazer arreliar os cabelos e os pêlos debaixo do sovaco.

Ora, dois problemas:
O WC masculino disponibilizava somente de urinóis em bom estado.
Portanto, a nível de obrar, tá escasso, porque as portas não tinham fechadura.
2º É difícil tentar não descarregar quando o sol aperta e aquele vento forte
nos bate nas ventas.

Sucede que, evitando o mal geral e vergonha pessoal de andar a soltar 'puns' aos magotes pelo recinto, decidi arriscar e lá me enfiei num cubículo de WC, com um rolo de papel na mão, tentando arrear o calhau.

Missão falhada!
Eis que entra um mamarrancho porta adentro, apanhando-me com as calças para baixo e um nico de papel enviado no traseiro e se me espreita pela nesga da porta.

O azar ficava por aí, não fosse a falta de papel higiénico.
Lá me tentei desenrascar e dar a volta à situação.
Porém, nunca cheguei a saber quem foi o mamarrancho que me
apanhou em poses de tão pouca sensualidade.

(Menos mal, menos mal...)

E ainda hoje dou graças a Deus por não ter estado na sua pele.
Afinal de contas, sempre será ele que ficará com tal imagem
guardada naquele lugar cabeludo que se situa acima dos
olhos e se chama de cabeça.

OT
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Obama satirizado nas
curtas da Rádio Comercial
(faz o download gratuito do Google Chrome
e ouve a Rádio Comercial todos os dias,
aqui no BlogDoOtario!)