
'A atracção é como a fome: de que me adianta escolher entre o pão e o queijo se posso combinar os dois?'
by: Otário


Japão, Vietnam, Estados Unidos, França... A verdade é que o meu cantinho já se começa a mostrar ao mundo! Bastava só algum de nós estudar a língua do parceiro para podermos dialogar... isso é que seria brutal!
O Otário, a Puta e a Melga (e a Puta dela): 
da matina e sem conseguir fechar a pestana. Dobro, desdobro, consoante o torturoso zumbido, por entre os enrolamentos dos lençois já soltos da cama. Tudo indicava que esta noite não seria, de todo, bem dormida:
Memória das minhas putas tristes
Cada um de nós subestima sempre e inevitavelmente o número de indivíduos estúpidos em circulação.
A propabilidade de uma certa pessoa ser estúpida é independente de qualquer outra característica dessa mesma pessoa.
Uma pessoa estúpida é aquela que causa um dano a outra pessoa ou grupo de pessoas, sem que disso resulte alguma vantagem para si, ou podendo até vir a sofrer um prejuízo.
As pessoas não estúpidas subestimam sempre o potencial nocivo das pessoas estúpidas. Em particular, os não estúpidos esquecem-se constantemente que em qualquer momento, lugar e situação, tratar e/ou associar-se com indivíduos estúpidos revela-se infalivamente um erro que se paga muito caro.
A pessoa estúpida é o tipo de pessoa mais perigosa que existe.
A linha O/M divide o quadrante B em duas áreas, BI e BE, e grande maioria dos bandidos situa-se num ponto qualquer destas duas áreas. Os bandidos que ocupam o quadrante BI são aqueles que proporcionam a si mesmos ganhos maiores do que as percas que causam aos outros (...) são desonestos com um elevado grau de inteligência. (...) a maioria dos estúpidos concentra-se ao longo do eixo dos Y, por baixo do ponto O/. A razão de tudo isto é que a grande maioria das pessoas estúpidas é fundamental e obstinadamente estúpida. Por outras palavras, elas insistem, com preserverança, em causar danos ou prejuízos às outras pessoas sem com isso obter qualquer ganho, seja ele positivo ou negativo.

Os meteorologistas por razões muito simples. Ainda na semana passada afirmaram que a temperatura iria baixar no fim de semana e não aconteceu. E não é a 1ª vez! Estava eu a assistir ao Jornal da Noite de sexta a pensar "Ah, e tal, amanhã vou acordar bem melhor com esta descida de temperatura...". Até fiquei com um desejo enorme de acordar no dia seguinte em vez de dormir... só pensava em acordar e ainda nem sequer me tinha deitado
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A programação problema. Os programas que considero serem "bons" e "muito bons" ou são transmitidos de manhã ou à noite. O único canal que tenho para assistir a um bom filme é o Hollywood. Faço Zapping e é só Tardes da Júlia, Contacto, Manuela Moura Guedes, e outras banalidades a que não tenho a mínima paciência para ver. E isto é uma chatice para muitos jovens que esperam as ditas "férias grandes" para assistirem aos seus programas favoritos e depois se deparam com mudanças de horários e grelhas televisivas que não os disponibilizam para tal. Até porque de manhã e à noite, especialmente nos tempos de férias, aproveita-se para dormir... e muito!
O meu último problema inclui pombos. Na verdade, eu e os pombos nunca nos demos muito bem. Para mim, o estado desta sociedade tem a haver (e muito!) com os pombos. Os pombos estão para o Verão como as melgas estão para o Inverno e, a verdade, é que ambos são completamente inúteis. Pensemos... para que nos servem estas duas espécies? Que benefícios nos trazem? Pois... o que eu sei é que os pombos, para além de usufruirem do pão dos idosos que vivem com uma baixa reforma, ainda "têm a lata" de obrarem (do verbo "obrar". Gosto de utilizar os termos correctos...) em qualquer lugar, sujam o nosso património e, porque não?, também as nossas lindas cabeças se não utilizarmos chapéu...
Muito me tenho questionado de onde poderá ter surgido esta expressão. E muito mais me questiono a dezenas de jovens sempre que os apanho a escreve-la ou disse-la, procurando saber qual o seu verdadeiro segnificado. Entre as respostas mais disparatadas a que tomei conhecimento, destacam-se: "não sei" e "riso". Analisemos ambas:
Hoje acordei eram 9 horas, ainda meio ensonado, com o propósito de me matricular para o 12º ano escolar. Não só me levantei do lado errado da cama, como não pude assistir ao Conan Obrien de manhã. Saí de casa, dirigi-me à escola e entrei na respectiva sala. Estava eu à espera de ser atendido, ansioso de cortar qualquer tipo de relação com a escola (ainda que temporariamente), e eis que me informam que o meu encarregado de eduação não tinha assinado a dita matrícula o que, para quem ainda é aluno, saberá certamente que desta maneira é impossível concluir qualquer matrícula. Informaram-me que não haveria problema se voltasse no dia seguinte à mesma hora ao bar da escola com a assinatura.