23/11/09

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Histórias de Terror:
a banha saltitante!
Era uma vez uma mulher tão gorda, tão gorda, tão gorda, que,
quando se colocava à janela, as pessoas da sua rua julgavam que iria chover,
tal era a escuridão repentina protagonizada pela sua banha.
Para se dirigir ao trabalho teria que aluga transportes públicos só para ela, devido ao seu peso. Em pequena, sonhara seguir carreira no wrestling, mas até a categoria de pesos-pesados apresentava um peso limite no qual ela não encaixava.

Na escola, só causava prejuízo. E à medida em que a despesa das cadeiras que partia, ao se sentar, ia aparecendo, e o dinheiro de seu pai desaparecendo, a família, em detrimento de ruína, decidiu retira-la dos estudos. Tornou-se uma mulher tão triste, tão gorda e tão sozinha, que até o próprio cão que ousou ter para companhia morreu de tédio.
E tal era a gordura entranhada nop seu corpo que, ao tentar pôr termo à vida com uma arma, a bala resaltava, e a mais espessa corda para enforcame
nto terminava sempre se partindo.


OT
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A propósito, recebi uma mensagem de um anónimo, numa das minhas publicações, que me deixou deveras e completamente boquiaberto e com um ligeiro sorriso duvidoso.
Ora clicai na imagem abaixo!
Pois é.
Eu também não sei.
Caro senhor anónimo, com muita pena minha,
nunca vi nenhum na minha vida.
Mas faça assim: se pedir um pónei neste Natal e se lhe colocar um chapéu,
já poderá ajudar nalguma coisa :)
Bem haja!!!
(se é que entende esta língua que se chama 'português'...)