21/12/11

O homem excitado que teve um dia duro

Ah... a SIDA. Últimos cartuchos de 2011: Pum, Pum, Pum (cartuchos a arrebentar!). Parecem castanhas a assar, Pum!, manham manham. Imperiais, anões a beber minis... pretos a beber vinho branco, ui, a beleza de Dezembro! A beleza dos suicidas que guardam leite no termo (puf... eles metem termo a tudo). O meu belo dinheiro, que se vai gastando nas promoções de Natal e fim de ano, bolas! O fim do ano sempre foi, para mim, uma espécie de antes-estreia da minha passagem neste mundo, porque eu faço anos em Fevereiro. Portanto, quando vem o fim do ano eu estou a pensar Foda-se, estou quase a fazer anos. Nunca fico naquela alegria de que vem aí um novo ano e não sei quê, porque eu sei que no início do novo ano eu vou ficar mais velho.

Argh! O tempo, esse serial-killer invisível. Então e... e se eu for assassinado e morrer? E se eu for assassinado e não morrer? Weird... calafrio na coluna atrás das costas! Ainda há pouco, estava eu a tomar banho todo nu, cheio de frio, eu que não gosto de água gelada muito fria, e o esquentador avariado... só comigo é que me acontecem coisas. Bem, o melhor será entrarmos em 2012 lindos e saudáveis, todas as pessoas, racistas daltónicos e analfabetos que não sabem e ler. E sim, isso aí é a minha árvore de Natal. Paz, até para o ano!
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