15/12/11

A MotherFoca Christmas for all the Motherfuckids

El Noel is coming à cidade y yo voy comprar uns movies de terror a la Fnac. Volkswagen. Sou mesmo bilingue pá. Mesut Ozil. Até me surpreendo! Bem, chega a altura de fazer uma introspecção deste ano, já que 2011 está a bater a bota. E que estranho ano que foi! Bem, para começar, dia um 01/01 calhou num Sábado, o que é sempre bom. E dia 31/12 termina num Sábado também, o que é coisa de piscar o olho ao Diabo. Diabo esse que ainda não se nos acabou com o mundo, como previa Nostradamos, mas que se nos vai acabar com uns feriados e uns preciosos momentos de estar com os pés em cima de uma cadeira e com um controlo remoto na mão a assistir a canais da Sportv. 2012 está aí a mostrar o braço, e o Natal a bater à porta, e eu vou puxar o meu pénis cá para fora porque tenho de ir urinar. Estão-se-me a passar uns flashbacks deste ano, como se estivesse a morrer pá: tive um emprego durante mês e meio, aquela mulher atirou-se-me a mim, ganhei o amor à cerveja e cometi um acto dissimuladamente infantil com aquela jovem que me cortou relações. Não sei, entretanto, para onde vou, ou o que hei-de fazer da minha vida, só espero que te vás lixar-te e que um bando de gaivotas devoradoras de pele te devorem essa cara que já nem posso ver à frente. And i think i'm getting fat. De outra perspectiva acho que vejo as coisas de outra maneira... a vida realmente é genial quando estamos a dormir, bêbados, ou inconscientes e não conseguimos pensar nela: tenho o dom incrível de estragar tudo à minha volta e nisso não há volta a dar. Às tantas tenho começado a pensar se não serei demasiado egocêntrico, porque realmente gosto muito de mim. No outro dia, aliás, ontem, encontrei-me ali no parque e convidei-me para um café, pronto, paguei, como cavalheiro, e fiquei um pouco excitado, vou confessar, quase me pedia para fazer amor comigo... mas sou um bocado envergonhado. Depois despedi-me, dei-me um aperto de mão e foi cada um para sua casa, eu para a minha, e eu para a minha. Espero, do fundo do meu ser, que continue a ser assim... aquele eu, realmente, é um moço simpático. Feliz Navidad!